Aromaterapia

Desde tempos remotos da humanidade os aromas são muito presentes em rituais e cerimônias religiosas e sua utilização sempre remeteram à uma ligação entre os homens e os deuses, meio e mediador, emanação da matéria e manifestação do espírito. A medicina aromática surgiu às sombras dos templos enfumaçados do Egito antigo há mais de seis mil anos. A aromaterapia ainda que seja uma nova tendência não é só mais uma moda, na Europa há mais de 60 anos é praticada por médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde.

Muito empregada também por naturopatas, a aromaterapia é uma prática terapêutica, ramo da Fitoterapia, que se utiliza das propriedades dos óleos essenciais puros. A técnica consiste na utilização controlada e consciente desses componentes químicos das plantas, com o objetivo de prover saúde e bem estar à totalidade do indivíduo.

Os óleos essenciais presentes em diversas plantas, desempenham um papel bioquímico importante a elas, e também são os responsáveis por sua fragrância. São substâncias gordurosas, voláteis, são extratos vegetais altamente concentrados que contêm hormônios, vitaminas, antibióticos, anti-sépticos etc. Costumamos dizer que os óleos essenciais representam a alma da planta, são sua forma mais concentrada de energia vegetal.

Ainda que a base dessa técnica seja o aroma, é importante não confundir óleos essenciais, com essências que não possuem qualquer tipo de efeito terapêutico. Os óleos essenciais possuem centenas de compostos químicos, a maioria em traços muito pequenos e sabe-se que alguns desses são fundamentais para a vida. O diferencial do produto natural está na combinação de seus elementos Não existe recriação sintética que consiga reproduzir com perfeição um produto natural sem causar diversas reações adversas em sua interação com o organismo.

A aromaterapia age em diversos níveis. Possuem ação alopática devido a composição química dos óleos essenciais, há uma ação mais sutil no nível de informação semelhante a medicamentos homeopáticos, antroposóficos, florais etc. e eles também agem sobre a mente sendo um dos principais motivos de serem usados em perfumes.

Através de recentes estudos tem se revelado os efeitos dos odores na psique. O sentido olfato age principalmente no nível subconsciente, os nervos olfativos diretamente ao nosso sistema límbico. O estímulo do bulbo olfativo através de sinais elétricos ativa a região desse sistema responsável pelos mecanismos viscerais e comportamentais afetando diretamente os sistemas digestivo e sexual e o comportamento emocional. Os aromas tem linguagem própria Se expressam melhor do que qualquer palavra os sentimentos mais sutis.

Como funciona?

Os óleos essenciais por serem compostos vegetais extremamente concentrados deve-se saber utilizá-los. Podem ser utilizadas externamente na pele, como massagens, banhos, fricções, aplicações, compressas; pelo sistema respiratório através de inalação e nebulização. Também podem ser usados internamente por ingestão ou podem ser injetados, no entanto essa utilização é estritamente limitado à prática médica, e apesar de no Brasil não ser comum, essa forma de aplicação é bastante utilizado em outros países.

Ainda que muitos apreciem os aromas através de difusores de ambiente, a utilização através da pele também é muito eficaz, pois os óleos essenciais se difundem penetrando no interior dos tecidos e do sistema circulatório e consequentemente tratando os órgãos específicos.

De maneira geral não se deve aplicar os óleos essenciais diretamente na pele, cada gota de óleo essencial equivale a aproximadamente 30g do material vegetal, devido a sua alta concentração pode causar manchas, alergias e entre outros. Sendo assim, recomendada sua diluição em carreadores como óleos vegetais, cremes, géis entre outras bases que sejam naturais proporcionando adequada absorção. Podendo também fazer-se uso de mais de um deles gerando o que chamamos de uma sinergia de óleos essenciais.

A aromaterapia tal quais como outras terapias existe indicação, contraindicação e forma de utilização mais adequada. Para um eficaz acompanhamento terapêutico, em consulta o profissional habilitado, deve realizar uma avaliação através de anamnese do consultante, onde observando as condições de saúde, física, mental e emocional, indica como será realizado o seu tratamento.

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Referências bibliográficas:

LAVABRE, Marcel. Aromaterapia: a cura pelos óleos essenciais. Trad. Rafaella de Filippis, 6ªed. - Rio de Janeiro: Nova Era, 2005 172p.

PRICE, Shirley. Aromaterapia e as emoções: como usar óleos essenciais para equilibrar o corpo e a mente. Trad. Márcia Frazão, 4ªed.-  Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. 318p.

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Gabriela Picolo - Terapias Integrativas

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